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27 de agosto de 2016

Sem medicação, mau humor nas alturas

Mau humor do cão!!!



Nossa, estou num mau humor do cão. Estou até calada, melhor nem conversar com ninguém do que’ me arrepender do que posso falar.
Estou sem medicação a alguns meses. A meditação me equilibra e pensei poder não tomar remédio por um tempo e só me equilibrar meditando. Estava fazendo um tratamento e tomando 15 remédios diferentes, era um tratamento de choque e só por 3 meses. Tratamento acabou. Hora de voltar para o Lítio.
Só que estou sentindo tanta dor no pé (fascite plantar), que chego em casa e só quero ajeitar a casa rapidinho, tomar banho e ficar deitada.  O repouso ajuda a acelerar o processo de desinflamação. Aí... não estou meditando, deito, ou durmo ou fico com preguiça mesmo.
E estou com muita dificuldade de manter a meditação por mais de 3 minutos. Pensamento acelerado. Tem técnicas que sei que fazem efeitos. Mas NÃO ESTOU CONSEGUINDO. Não tenho ido meditar com os outros yoguis pq sinto que vou atrapalhar a vibração, por estar irritada e ansiosa.
Resultado. Mau humor, falta de paciência. Voltei a tomar o Lítio hoje.  Nem eu estou me suportando. O tempo todo a beira de uma briga. Paciência zero com a humanidade.
Não estou deprimida. Ansiedade batendo, mais na hora que tenho que interagir no trabalho. Já bate aquela agonia. Falta de paciência, receio de brigar ou responder com muita falta de educação. Estou tão "atrevida”. Sincera em excesso.
Resultado? Dor, estou tensa, pescoço costa, tudo dói. Optei em ficar o mais muda possível. A burrice me incomoda.
Ok, o Lítio vai começar a fazer efeito em poucos dias, vou voltar a conseguir meditar. Infelizmente preciso de ajuda externa. Só a meditação não segura. Sei que se fico sem minhas medicações (Lítio e Bupropiona) acabo tendo recaída. Mas sempre que estou bem, tenho uma vontade irresistível de dar um tempo de pelo menos 1 mês. Aí os sintomas começam a bater na porta. Não abro, Volto para as medicações. Fazer o que?

Vou para o parque, tentar meditar em meio à natureza. SOZINHA!!!




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5 de junho de 2016

Cansei, não aguento mais trabalhar



As coisas andam bem, quase na mesma.
Dores, falta de energia, necessidade de silêncio e solidão, e continuo gorda. Não consigo emagrecer, à noite tenho fome emocional.
Mas com tudo, ainda me sinto melhorando. Rindo, estou meditando ainda mas coletivamente só uma a duas vezes ao mês. Quando volto do trabalho só quero ajeitar a casa, lanchar, tomar banho e ficar deitada assistindo TV.
Foco em que falta menos de um ano para me aposentar (se a mudança da Lei não me alcançar). O trabalho ainda é meu calcanhar de Aquiles. Muita fofoca, maldade, maledicência, muita intriga, muita infantilidade. Tento ficar fora das fofocas, mas não tem jeito, quando você percebe, está ou concordando com a fofoca ou comentando. Fico me policiando. Mas é tão difícil. SOCORRO!!!!
Fiquei uma semana de atestado por causa da fibromialgia. Melhorei, No dia que voltei até senti um choque. Minhas dores voltaram. Frio na barriga ao ver certas pessoas do trabalho. Já chegam com olhar de cobra para cima de você. Guerra de egos por tanta bobagem. Chegam a brigar para ver quem decide mais em nas questões da festa junina.  Tem muitas professoras\professores de Ensino Fundamental que começa a regredir, a agir como seus alunos. Pelos deuses... NÃO AGUENTO !!!
Arrasto-me todos os dias para ir trabalhar. Tento fazer meu melhor. Sempre, em todos os lugares tem pessoas maravilhosas, tento ficar perto delas, mas nem sempre é o que acontece. Chego em casa e sinto que estou apenas sobrevivendo.
Não aguento mais. Professores deveriam aposentar com 25 anos de trabalho em sala de aula. Nossa saúde física, mental e emocional vão para o buraco negro e lamacento. Já era para eu ter aposentado em agosto de 2012. Mas ainda não tenho idade mínima.
Trabalho a 30 anos, mais da metade disto doente, mas na ativa, sou guerreira, sou sobrevivente, mas a 2 anos me arrasto. É horrível estar readaptada. Você às vezes trabalha como burro de carga e às vezes tem pouco ou nada para fazer devido a falta total de material nas escolas públicas. Aí só enxergam os dias que você não fez nada. Tem readaptado que não faz nada? Tem. Mas pelo menos na minha escola tem sempre o que fazer e todos fazendo o que podem. Readaptado é limitado em alguma coisa. As pessoas não respeitam isto, e muitas vezes os problemas são outros readaptados, os que são afastados de sala só por voz. Eles tem saúde física, mental e emocional plena, não entendem e julgam, julgam, julgam...
Não aguento mais. Preciso aposentar. Queria conseguir voltar para minha sala de aula ou... sei lá. NÃO AGUENTO MAIS!!!



10 de abril de 2016

Colegas de trabalho que te adoecem



            Estou em uma fase boa. Sinto alegria, tristeza, tédio, preguiça, raiva, amor.. em doses normais, sem extremos.
Neste estado de equilíbrio, posso observar como o ambiente de trabalho nos adoece. Nesta fase de “guerra” no trabalho, mudança de direção, telefonemas anônimos, ameaças, falsidade nível 1.000... estou envolvendo-me pouco nas discussões, prefiro observar e falar só se necessário e de maneira positiva. Para que jogar gasolina na fogueira? Prefiro ser a que usa o extintor.
Mas é impossível ser um ser sem sentimentos e opiniões. Sério, tem colegas de trabalho que te adoece com suas fofocas, intrigas, reclamações. Ficar às 40 horas semanais ao lado de gente assim, medíocre, fofoqueira, intriguenta, chata, acaba afetando qualquer um.
Li sobre ambiente de trabalho que te adoece na internet. Achei interessante:
... Assim, quando alguém derrama um caminhão de fofocas, de negatividade e drama em cima de você, você pode ter certeza que está sendo afetado bioquimicamente, diminuindo as suas chances ser feliz. A exposição a esse tipo de explosão emocional realmente provoca estresse. E já sabemos que o estresse mata. Portanto, reclamação e negatividade podem contribuir seriamente para a sua morte precoce.”...
Ler: https://terapeutasquanticos.com/2016/03/04/ciencia-explica-porque-reclamar-altera-negativamente-o-cerebro/

Nossa, não sei o que veem em mim quando me olham. Mas já me falaram que sabem que sou poderosa... Sou? Oba!!!!!!!!
Sou uma professora readaptada que fica em atividades técnico pedagógicas, quieta no meu canto, às vezes só digitando e nem converso com quem está ao meu lado. Concentro no que estou fazendo e não fico escutando conversa de ninguém.
Tem duas pessoas no trabalho que estão me enlouquecendo. Como é ruim saber que estão falando de você pelas costas e para os outros. Inventando e espalhando fofoca. Sensação de impotência. Vontade de sair correndo às vezes. E mudar de escola não vai mudar muito. Todo lugar tem as falsianes fofoqueiras e medíocres.
E acham que sei de tudo, que sou responsável pela saída de alguns amigos. Kkk A não ser que faço isto tudo pelo computador (que por sinal, não tem acesso à internet). Faço minha parte e tudo que me pedem com carinho. Quero que os dias passem logo, estou em contagem regressiva para minha aposentadoria. Venci, Consegui trabalhar 30 anos sem me matar e sem matar ninguém. Tive meus atestados médicos, mas os maiores foram agora no fim de carreira. Mas comparando com muitos profissionais que tenho visto, super doentes, nem pego tanto atestado assim.
Sei que tudo isto está me afetando porque meu sono está muito irregular, durmo menos do que devia. Estou com bruxismo e manchas roxas insistem em aparecer pelo meu corpo, não tenho vontade de interagir com ninguém, nem de sair, nem de me arrumar.  Mas comparando com o que já passei. Estou ótima, e cada dia ficarei melhor. Sinto isto.
Bem, o que posso fazer para me proteger deste ambiente e manter minha melhora crescente?
Vou falar cada vez menos, só entrar em assuntos do trabalho que são necessários (tipo: o que digitar, preparar, fazer...) e em assuntos que me façam rir, brincadeiras saudáveis. Porque sempre tem colegas de trabalho maravilhosos, podem ser poucos ou só um, mas tem.
Tentar sair mais para não ficar apenas com assunto de trabalho na cabeça. Novos ares. Mudar o foco.
Evitar ambientes nocivos, pessoas nocivas, não só no trabalho. Família, grupos gerais, vizinhos... blá, blá blá.
Meditar mais com o coletivo. Ando muito reclusa e meditando apenas sozinha. Meus irmãos yogues são tudo de bom. Rimos muito juntos, mas muito mesmo, apenas papos saudáveis antes e depois das meditações coletivas. Os momentos de silêncio com eles também são inenarráveis.

Então... eu sei o que fazer. Bora fazer. Umas férias e R$ 10.000.00 livres na conta também seria bom. 






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18 de janeiro de 2016

Preguiça ou letargia???



AAAAAAAAAaaaaaaaahhhhh

Que preguiça.

Não adianta, fiz planos.

Queria a cada semana, desmontar um cômodo da casa e arrumar, limpar do teto às tomadas. Jogar coisas fora, doar, reciclar... Sem gastar, estou quebrada como o resto do país.

Mas a única coisa que fiz foi dormir, assistir filme, fazer crochê (amo e faço super bem) e não arrumar nada.

Minha diarista estava de férias e achei que não sentiria falta, que por estar de férias faria um monte de coisas. Senti falta, não fiz nada, nem saí. Pelo menos estou fazendo check-up. Quero ouvir de cada médico que estou bem, que não tenho desculpas para não caminhar. E conseguir caminhar depois desta.

Agora, esta letargia é por que estou de férias, está frio e chovendo ou o quê? Nunca sei o que é normal ou não. Nem almoço queria fazer. Se não estivesse sem grana, ia pedir almoço todo dia.

Todo mundo de férias, saindo, fazendo mil coisas e eu sem coragem de ir ao Shopping. Mas tudo bem, amo minha cama, estou sem dores e com saúde. Só um tanto quanto antissocial. Mas eu estou feliz. Mas eu queria estar com vontade de sair, ir para chácara.

Não sei por que eu queria isto. Minha casa está tão boa, gostosa, minha cama é linda, meus gatos maravilhosos, tenho 500 canais e mais o Netflix...

Vou voltar par a cama...





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3 de janeiro de 2016

Necessidade do bipolar de se reinventar a cada nova fase



Sou regida por fases. Espero que este ano, minhas fases sejam mais suaves.
Recomeçando, renovando, reciclando...
Tirando por mim e pelos bipolares que convivo, vejo em nós a eterna necessidade de se reinventar.
Novo ano, esperança renovada de que algo eu possa fazer de diferente, que dará melhores resultados.
Introspecção, culpa pelo que fez e novos planos.
Bem, a culpa, eu aprendi a me livrar dela, não tenho culpa de nada. Não tenho mesmo.
Mas, planejamento ainda faço, mas bem pouco. Não adianta viver planejando, as coisas acontecem quando tem que acontecer, os diálogos que imagino ter com alguém, as pessoas não seguem o roteiro pré-estabelecido por mim rsrsrs. Planejar demais não é bom. Anoto o que tenho que fazer pq senão eu esqueço; consultas, compras, compromissos...
Estou aprendendo a viver o hoje, o presente. Não ficar no passado. Poxa, já vive, as lembranças me fazem reviver as coisas que quero esquecer. E as coisas boas, lembrar um pouco é bom, mas não quero viver do e no passado.
Estou me esforçando para viver no presente.
Então... planos para 2016 afinal, sou bipolar, gosto de me reinventar sempre. Preciso disto. Mas sem desespero e auto-cobranças. Mais para um sonho que pode se concretizar.

1 – meditar mais.(o que me salva)
2 – viver o presente e no presente.
3 – olhar mais para a natureza.
4 – observar mais, ficar em estado de testemunha o máximo possível e permitido pela ocasião.
5 – falar o mínimo possível e ouvir mais, mas sem me envolver emocionalmente.
6 – me preservar mais.
7 – EMAGRECER (HEHE, faz parte)
8 – gastar menos, ser menos consumista e compulsiva.
9 – ler mais.
10 – ficar mais em silêncio (consciência sem pensamentos).
11 – ser menos antissocial.
12 - meditar, meditar, meditar (Sahaja Yoga)

Tem outras coisas que gostaria, mas nem faço planos, é difícil para mim e às vezes impossível. Como vencer a letargia. Poxa, às vezes não consigo sair da cama. O mundo já cobra demais de mim, não vou me cobrar tbm. Vou é cuidar com carinho e amor de mim mesma.
  

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7 de setembro de 2015

Conselhos sobre parar de tomar medicação

                       NÃO PARE COM AS MEDICAÇÕES!!!


 
Primeiro acho que conselhos não se dão. Opinião, caso seja pedido sim.
Cansei de ouvir “Para de tomar remédios, você não precisa... vai melhorar sua qualidade de vida ficar sem ele...”
Vá pá...  sério. Você sabe da minha vida? Viveu comigo quando eu estava em crise? Teve que cuidar de mim? É meu psiquiatra? Sua vida deve estar maravilhosa né? Porque não tem nada para cuidar dela e fica cuidando da minha.
Este foi meu melhor ano. Super estável. Mas, como Lítio pode dar problemas renais e eu estava tendo infecções urinárias, com sangue na urina por muito tempo. Tirei o Lítio por um mês a pedido de outro médico. Mas já voltei a tomar.
Resultado: Não adiantou nada. E sim, me descompensei. Meu pensamento está acelerado, estou agressiva com as palavras. Comprando brigas, dando patadas. Imaginando a morte dos outros.
Vi que tinha que voltar a tomar a medicação quando entrou um aluno na sala que trabalho, foram atendê-lo porque ele falava que nada importava para ele, nem a vida dos outros e nem a dele (7 anos e querendo matar os outros). Começou a esmurrar o armário, as mesas e estas coisas.  E eu pensei, “É você quer morrer? Tomara que morra. Também quero que você morra.” E fiquei desejando a morte da criança.  Fora que eu estava para brigar e dizer umas coisas na cara de algumas pessoas, sem necessidade. Ia ofender muito, não diria mentiras. Mas para que falar? Só para diminuir, irritar, provocar as pessoas?
Isto durou pouco. Levantei, saí da sala, fui ao banheiro, lavei meu rosto, respirei. Aí vi que tenho que tomar meu remédio. Porque meus sentimentos vão daí para pior quando estou eufórica.
Sexta-feira chegou, fim de semana com feirado, dá tempo para a medicação começar a fazer efeito e eu não matar ninguém.
Em uma loja uma pessoa me empurrou. Não bati nela porque estou recém operada e poderia me dar mal. Que bom. Sou grande e forte, ia acabar na delegacia. Pra quê. O que me segurou foram as técnicas de meditação. Mas como meu pensamento está acelerado, fica
Ca difícil ficar em meditação. Dura minutinhos, segundos as vezes. E este calor. Parece que estou fazendo estágio para o inferno.
Estou tão descompensada que até esqueci-me de ir a minha psicóloga. Sempre quando via, o dia tinha terminado. Não tinha ligado, não tinha mandado mensagem.

Mas as coisas vão voltar aos eixos. Lítio meu amor, Bupropiona sua linda. Meditação, meditação, meditação...

22 de agosto de 2015

Ansiedade, descobrindo meu calcanhar de Aquiles




Ansiedade

Continuo me sentindo bem, mas... a ansiedade pré volta ao trabalho está batendo. Este é meu calcanhar de Aquiles.
O bom de nos afastarmos um pouco de alguns lugares, é que quando temos que voltar a frequentar estes lugares, percebemos qual e o que nos faz mal com relação a eles.
Segunda-feira tenho que voltar ao trabalho. Estou recuperada de minha cirurgia, só não posso pegar peso. Este não é o problema. Mas já que estou voltando, resolvi ler o Whatsapp do trabalho.
Só de ler o pessoal se organizando, aquele estresse, aquela agitação para aulas de reforço, projeto interventivo para “salvar” os alunos para o final do ano letivo. Senti-me mal. Comecei a ter bruxismo novamente. Fiquei com a mordida tão forte, mesmo acordada que meus dentes doem. Não consigo mastigar direito.
Pensei, voltando... vão me pedir para atender alunos, apesar de no meu relatório médico está com restrição, NÃO ATENDER ALUNOS. Tenho 28 anos de sala de aula, 28 anos com alunos. Fui longe demais, passei da época da aposentadoria. Tenho os 25 anos necessários para a aposentadoria especial dos professores, mas não tenho idade para aposentar. Não aguento mais.
Aí percebi que o que me faz mal é esta pressão. Este olhar de que, professores readaptados não têm nada, só frescura. Só de pensar na tensão que vai ser. Vou dizer NÃO VOU ATENDER ALUNOS. Se eu estivesse conseguindo, na boa, estaria em minha sala de aula. É mil vezes melhor. Se não estou, é porque não estou conseguindo. Não me nego a trabalhar, não paro um minuto na escola. Faço o que me pedem com carinho e profissionalismo, mas atender alunos. NÃO ESTOU CONSEGUINDO. As crianças não merecem quem não consegue mais, quem não tem energia. Não vou picaretar.
Nisto, vi que a ansiedade ainda é o meu problema. Tenho que trabalhar isto. Já melhorei tanto. Segunda-feira se aproximando. Parece que não consigo puxar o ar, dificuldade de respirar, bruxismo, tensão nos ombros, dificuldade de relaxar. Não quero sofrer por antecedência.
Tenho que aposentar. Minha data de validade expirou. Aff, nem quero pensar mais nisto. Tenho que focar que falta pouco. Não aguento nem ouvir notícias sobre a área da educação.
Vou voltar para meus trabalhos manuais, só de escrever as palavras: escola, alunos ,já me deu falta de ar e tensão nos ombros.
Tive que voltar a tomar Ansitec (Cloridrato de Buspirona)

ANSITEC
Ansiolítico


Nome Genérico de Ansitec
: Buspirona (Cloridrato)
Composição de Ansitec
comprimidos de 5 e 10 mg de cloridrato de buspirona.

Informações Técnicas de Ansitec
Agente ansiolítico da classe das azapironas, química e farmacologicamente distinto dos demais ansiolíticos conhecidos. Atividade ansiolítica seletiva sem efeitos anticonvulsionantes, sedativos, miorrelaxantes ou interferência na vigilância mental. Intensifica as atividades noradrenérgica e dopaminérgica, com  redução da atividade colinérgica e serotoninérgica. Não produz sedação, comprometimentopsicomotor e dependência.
Indicações de Ansitec
Transtornos de ansiedade.

Contra-Indicações de Ansitec
ANSITEC é contra-indicado em pacientes hipersensíveis ao cloridrato de buspirona, durante a gravidez e lactação.
Advertências e Precauções de Ansitec
Uso concomitante com inibidores da monoamino oxidase (IMAO). Não bloqueia asíndrome de abstinência aos benzodiazepínicos. Gravidez (categoria C) e lactação: avaliar risco/benefício.

Interações Medicamentosas de Ansitec
Uso concomitante com trazodona eleva de 3 a 6 vezes o nível sérico de transaminase glutâmico pirúvica.  Em doses menores de 30 mg/dia não interage com álcool ou outros depressores do SNC.
Reações Adversas de Ansitec
Ocorrem no início da terapia, diminuindo com a continuidade do uso e/ou diminuição da dose: tonturas, cefaléia, nervosismo, náusea, delírio, excitação esudorese/pele viscosa. Outras mais raras: distúrbios do sono, disforia, sensação de claustrofobia, tremores, congestão nasal, fotofobia. Não existe registro desíndrome de abstinência e potencial para abuso.

Posologia de Ansitec
Dose inicial de 5 mg em três tomadas/dia, nos intervalos das refeições. Efeito pleno obtido após, em média, 14 dias e dose de manutenção é de 15 a 30 mg/dia em duas a três tomadas. A dose máxima diária não deve exceder 60 mg. A duração do tratamento deve ser de 3-4 semanas, no mínimo.
Superdose de Ansitec
Lavagem gástrica imediata e medidas de suporte de sinais vitais.

Apresentações de Ansitec
Caixas c/20 comprimidos.
Venda sob prescrição médica, com retenção de receita.