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8 de março de 2015

Feliz dia internacional das mulheres!



"Onde as mulheres são respeitadas 
e respeitáveis, ali residem 
os deuses do nosso bem estar"


Feliz dia internacional das mulheres!









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8 de fevereiro de 2015

Fibromialgia + Dor + Depressão - medicações novas





                Sinto-me melhor, comparado a este período imenso que estive quase letárgica. Já consigo sair um pouco de casa, arrumar a casa, fazer algo além de ficar deitada.
                Mas as dores, a fibromialgia e mais um monte de inhaca que tenho me faz sentir muita dor ainda. E com isto novas medicações. Agora tomo também Cymbalta (bula), Codeína (bula) e Carisoprodol (bula). Continuo com o Lítio (bula) e o Bupropiona (bula). Fora que ás vezes tomo Dipirona (bula) ainda, porque a Codeína não consegue tirar toda dor que sinto.
                Comecei a hidroterapia, é bom demais, devia ter começado antes, mas estava tão mal que não conseguia sair da minha cama o que dirá de casa para ir a Clínica. Estou fazendo RPG também, não sei se será bom, mas dizem que sim, só fiz a avaliação ainda. Ultimamente se me falarem, “come cocô de esquilo que você fica curada”, eu como, SQN.
                Estou conseguindo controlar a compulsão à noite. Melhorei bem. Choveu, desinchei, isto também ajudou.
                Não aguento mais sentir dor, na lombar, na sola dos pés, no ombro direito, nos quadris. Cruzes, virei Maria das Dores. Não reclamo. A dor vem eu sento, fica parecendo que sou preguiçosa.
                Que merda, dizem que Fibromialgia é muito emocional. Será mesmo que pensam que acordo querendo sentir dor? Preciso melhorar. Quero voltar a ser ativa, ir ao cinema, teatro, fazer caminhada no parque.

                Estou realmente com esperança com tudo que estou conseguindo fazer para sarar. Este mês, tenho junta médica. Tenho dor de barriga só de pensar em ir. Não sei se me readaptarão, que é o que gostaria. Tenho medo de me aposentarem por invalidez, não quero. Quero conseguir trabalhar, mas não mais em sala de aula, não tenho mais energia e os alunos não merecem uma professora assim, eles energia pura. Está entregue.



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5 de fevereiro de 2015

Fibromialgia e a volta ao divã


Bem, tinha desistido de fazer terapia novamente. Mas a perícia médica do meu trabalho obrigou. Não custava tentar mais uma do plano de saúde. Marquei uma não deu certo, marquei outra e fui sem muita esperança. Mas gostei.
Ela propôs uma coisa interessante. Colocar no papel comportamentos que são meus e os que são do transtorno, ou seja, que são de quando estou ou em depressão ou em euforia. Foi interessante, gostei dela. Pelo que ela explicou, ela faz a Abordagem Sistêmica.
Aí me lembrei de que isto demora, ela vai demorar a me conhecer. No início pareço super normal, mas, talvez ela ainda me veja depressiva e/eufórica. Digo talvez porque sempre que estou em eutimia, e acredito que eu esteja caminhando para ela, sempre acredito piamente que não vou mais variar de humor.
Este mês ainda passarei por uma junta médica e agora espero poder voltar a trabalhar.


Estou conseguindo fazer coisas que não conseguia mais, tipo, hidroterapia, RPG, cuidando de mim um pouquinho. Ainda não estou com o pique total, muitas dores que me atrapalham muito e a energia acaba rápido. Mas sinto a melhora.
Que eu fique assim e cada dia melhor por mais tempo.  


8 de janeiro de 2015

Acordei ! Saindo de um ano inteiro de depressão



Nossa, amo meus pais, mas estar com eles é estar ao lado de todos familiares que me fazem mal. Lógico que tem alguns me sinto super bem perto. Este dias que estou me dando um tempo de sossego, de não ter que ir ficar com meu pai todos os dias, porque agora minha mãe está de férias e eles contrataram empregada, estou podendo cuidar de mim e ficar longe das manipulações, chatices e raivas que os familiares me fizeram passar este ano.
Quando se está dentro da dinâmica doentia da família não percebemos os padrões, os condicionamentos. Temos que nos afastar e ficar em estado de testemunha para perceber
O silêncio do meu lar é delicioso. Meu filho é maravilhoso e a namorada dele também. Pude dormir muito, “gritar” para me ouvir.  Fiz muita introspecção e percebi muitas coisas que agora consigo mudar, padrões familiares que preciso romper. Respirei, acordei.

Voltei a sair, depois de 1 ano me escondendo. Mas isto porque desta vez não senti culpa por fazer o que eu sentia vontade, sem me preocupar com julgamentos. Sabe, tenho o hábito conversar muito com quem sofre o mesmo que eu e vejo que somos muitos, mas muitos mesmo que não gostam do mês de dezembro, que participam das festas porque os parentes enchem o saco, que precisam de descanso solitário. Se a família não respeita? Morda o cotovelo, não estou mais nem aí.

Sou assim. _Me ama? _ Me respeita. Porque artistas podem fazer isto e as pessoas acham lindo? Sou a artista principal da minha vida. Eu e meu filho rimos muito, nos respeitamos e somos felizes. Assisti muitos filmes, chorei, ri, apertei meus bichos como a felícia, comi, dormi muito estes dias.

Ai que alívio... estou conseguindo sair, quero voltar a trabalhar este ano e não precisar de nem um dia de atestado. Quero sair toda semana, nem que seja para tomar um cafezinho na cafeteria linda que tem perto da minha casa. Quero voltar fazer caminhada. E não são promessas de ano novo.

Te amo Bupropiona, enfim acertamos a dose e voltei a viver.  Rsrsrs Não posso negar que a meditação ajudou muito. Mas nem meditar eu estava conseguindo direito ano passado.


Acordei, quero voltar a viver!!!!




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31 de dezembro de 2014

Relendo, limpando, podando minha vida


Hoje eu estava lendo este post http://memoriasdeumesquizofrenico.blogspot.com.br/2014/12/seja-o-seu-papai-noel-o-ano-inteiro.html  do blog do Júlio César “Memórias de umesquizofrênico”. Não perco nada que ele escreve, vou comprar o livro dele.

         Neste post ele fala do presente que ele se deu, privacidade, muito intenso, e coloca no final uma linda música, Meu Jardim de Vander Lee, me fez repensar meu ano.

         Este mês resolvi fazer como na música, cuidei de mim. Sei que desagradei meus familiares, porque para isto me afastei. Parentes as vezes nos sufocam, acham sempre que temos que estar disponíveis, mas quase nunca estão disponíveis verdadeiramente para nós.

Revendo minha vida percebi que nos piores momentos dela estava sem eles, sempre só eu e meu filho e amigos me socorrendo nas horas piores. Meus familiares nunca foram presentes na minha vida. Eu fui na deles, mesmo com minhas limitações.

         Mas não importa, este mês cuidei de mim, e pretendo fazer isto mais vezes, nos mínimos detalhes. Revendo, relendo, refazendo, regando, limpando, soprando, escrevendo, podando minha vida.

         Quando o Júlio descreve a alegria de pequenas coisas que já tenho, como; assistir TV, deixar o celular carregando sem preocupações, usar amaciante... Poxa! Que lindo! Tenho que dar mais valor a estas coisas sem precisar perdê-las.

         Que possamos nos reler, refazer, regar, limpar e podar mais neste 2015!!!!!


Meu Jardim





Música: Meu Jardim
Artista: Vander Lee
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores

  Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
                                 Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho                              

Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim

12 de dezembro de 2014

Resultado da mudança de medicação para Bupropiona

Dia de faxina!!! Oba!!!


Nem gosto de elogiar, porque para tudo mudar de um dia para o outro não custa. Mas parece que a mudança para a Bupropiona está surtindo efeito. Estou bem melhor.

Primeiro me obriguei a meditar, nem que fosse seguindo a meditação online, as vezes não tinha forças nem para me sentar, mas ligava a meditação pelo celular no aplicativo Ustrean. Depois aumentei a dose do Cloridrato de  Bupropiona para 1 comprimido ao dia.

Resultado: energia voltando e (parece bobagem e alegria de pobre, mas quem passa por isto sabe como é) voltei a conseguir ter forças para arrumar quarto, ou pelo menos não bagunçar, manter a arrumação da diarista. Hoje até consegui mudar móveis da sala de lugar e jogar sacos e sacos de lixo fora, doar roupas. Lógico que foi com a ajuda da diarista, mas... é um avanço, um salto quase para a Lua comparado com o que eu senti o ano inteiro. Ainda não consegui sair de casa, mas um passo de cada vez.

As dores no corpo diminuíram com o Bupropiona e nem estou tomando mais o remédio para Fibromialgia.  Gostaria que isto fosse eterno, mas como às vezes mudo os polos... vai saber...

Para mim o que falta é eu conseguir voltar a caminhar ou ter disposição de fazer outro exercício e assim me sentir mais disposta e emagrecer o que engordei neste ano de letargia e sedentarismo absurdo. Quero ter forças para dirigir, nem isto tenho mais vontade. Um carro Zero, apenas 1 mês de uso e dirigi umas 3 vezes. Meu filho que me leva onde preciso. Não gosto disto.

Quando não consigo desligar minha mente e meus pensamentos em meditação, sigo a Meditação Online da Sahaja Yoga. Acho que é a Sahaja que tem me mantido sã e viva. Lógico que junto com meu Dr. Anjo. Não abandono meu tratamento tradicional, a não ser que o médico me dê alta.


Como a felicidade pode estar em pequenas coisas! Como imaginar que a arrumação de um guarda roupa ou sala me traria tanta felicidade. Estou feliz por estar aparentemente melhorando.!!! Não quero comemorar, porque amanhã tudo pode mudar. Cansativo isto, muito mesmo.








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8 de novembro de 2014

Depressão/fibromialgia voltando para a Bupropiona



Estou desde Fevereiro de atestado médico, sinto uma tristeza por ter perdido um ano da minha vida.
Eu não vi melhora, continuo ser energia para fazer qualquer coisa, engordando, fibromialgia me matando de dor e quando resolvi me obrigar a voltar fazer caminhada... fiquei com fascite plantar. Miséria pouca é bobagem.


Porque só ter depressão é pouco, a fibromialgia tem que acompanhar. Gente, que dor é esta? Parece mentira às vezes, outro dia até para pentear doía o couro cabeludo. Sinto-me com 200 anos. Tenho vontade de deitar e só assistir TV e ainda por cima com comando de voz, só para não mexer nem um músculo.
Aliás, só sei que tenho músculo porque doem, porque força mesmo necas. Antes eu caminhava 10 km todos os dias. Agora, acabei de conseguir fazer 10 minutos de simulador de caminhada e fiquei feliz. É a decadência mesmo.

Ontem meu Anjo trocou minha medicação, manteve o Lítio e trocou a Venlafaxina pela Bupropiona que no passado me dei muito bem com os dois. Ele tentou muito a Venlafaxina, mas não deu. O único problema da Bupropiona que costuma me fazer subir a escada da Euforia. Vamos ver no que dá. Do jeito que estou a Euforia nem chega perto, estou no fundo, bem lá embaixo.




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